UNESCO reuniu representantes dos ministérios responsáveis pela ciência em todo o mundo

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A UNESCO acolheu em 30 de Março uma reunião em linha de representantes dos ministérios responsáveis pela ciência em todo o mundo. Participaram 77 ministros, incluindo secretários de governo representando um total de 122 países, bem como Mariya Gabriel, Comissária Europeia para a Inovação, Investigação, Cultura, Educação e Juventude, Sarah Anyang Agbor, Comissária da União Africana para os Recursos Humanos, Ciência e Tecnologia, Moisés Omar Halleslevens Acevedo, antigo Vice-Presidente da Nicarágua e o Dr. Soumya Swaminathan, Cientista-Chefe da Organização Mundial de Saúde.


O objectivo da reunião era trocar opiniões sobre o papel da cooperação internacional na ciência e o aumento do investimento no contexto da COVID-19.

A questão-chave da ciência aberta, para a qual a UNESCO tem vindo a trabalhar numa Recomendação Internacional desde Novembro de 2019, foi um dos principais temas de discussão.

A Directora-Geral da UNESCO, Audrey Azoulay, instou os governos a reforçar a cooperação científica e a integrar a ciência aberta nos seus programas de investigação, a fim de prevenir e atenuar as crises globais.


"A pandemia da COVID-19 sensibiliza a nossa consciência para a importância da ciência, tanto na investigação como na cooperação internacional. A presente crise demonstra igualmente a urgência de intensificar a partilha de informações através de uma ciência aberta". Chegou o momento de nos empenharmos todos juntos", declarava a Directora Geral.


Segundo Swaminathan, cientista-chefe da OMS, "a colaboração é realmente fundamental para a partilha de conhecimentos e de dados, bem como para o avanço da investigação COVID-19". Numa altura em que as barreiras ao comércio e aos transportes impedem a circulação de materiais críticos, é importante sublinhar que a ciência deve poder liderar a resposta global a esta pandemia".

Anyang Agbor, da União Africana, sublinhou que "África precisa de uma empresa de investigação mais forte que mobilize o mundo académico e os sectores público e privado. A União Africana, no final de 2019, reconheceu a Ciência Aberta como um factor de mudança no combate às desigualdades".

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